Bem-Estar Animal
Entenda os critérios e as oportunidades para a pecuária brasileira
A China responde por mais de 60% das exportações brasileiras de carne bovina, segundo a ABIEC. Esse peso torna o mercado chinês estratégico para a pecuária do país.
Boi China é o animal que atende aos requisitos sanitários e de rastreabilidade da China para importação de carne bovina. Não é uma raça, mas um padrão de produção.
Entre os critérios citados estão abate com até 30 meses e registro dos animais no SISBOV. A rastreabilidade ajuda a comprovar a procedência exigida pelo mercado.
O artigo destaca machos inteiros, ausência de hormônios e promotores de crescimento e procedência de zonas livres de determinadas doenças como requisitos para atender à China.
Frigoríficos podem pagar de R$ 10 a R$ 15 a mais por arroba por animais que atendem aos critérios. O valor adicional pode melhorar o retorno do produtor.
O foco em genética, nutrição e manejo intensivo ajuda a produzir gado precoce e reduzir o ciclo. O objetivo é chegar ao abate antes dos 30 meses.
O primeiro passo é cadastrar propriedade e animais no SISBOV. Depois, o produtor pode investir em cruzamento industrial, nutrição de precisão e manejo para acelerar o ciclo.
Em Mato Grosso do Sul, o Programa Novilho Precoce MS incentiva bovinos abatidos jovens e oferece bonificações conforme critérios de idade, peso e qualidade de carcaça.
Recuperar pastagens, usar água racionalmente e rotacionar piquetes são práticas citadas para uma produção mais sustentável. A rastreabilidade também contribui para monitorar a origem.
Atender ao mercado chinês exige disciplina em idade, sanidade e rastreabilidade. Com preparo, o produtor pode buscar bonificações e ampliar o acesso da carne brasileira a esse mercado.
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