Agricultura de Precisão
Entenda como os bioinsumos podem apoiar produtividade e sustentabilidade
Com a demanda por práticas agrícolas que respeitem o meio ambiente e reduzam o uso de químicos, os bioinsumos ganham espaço como opção para o manejo das lavouras.
São produtos biológicos usados para ajudar no controle de pragas e doenças e na melhoria do solo. Podem incluir microrganismos, extratos vegetais e biofertilizantes.
Bactérias fixadoras tornam o nitrogênio do ar disponível às plantas, enquanto fungos micorrízicos podem ampliar a absorção de fósforo e água pelas raízes.
O uso de bioinsumos pode reduzir gastos com fertilizantes e pesticidas químicos e diminuir a necessidade de aplicações frequentes, uma possibilidade relevante para pequenos e médios produtores.
Biofertilizantes contêm microrganismos que facilitam a absorção de nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio; são usados em várias culturas e em sistemas que reduzem fertilizantes químicos.
Temperatura, umidade e luz podem afetar a viabilidade dos microrganismos. Siga as instruções do fabricante, proteja os produtos e respeite o prazo de validade.
A Lei nº 15.070/2024, sancionada em 24 de dezembro de 2024, é o marco regulatório atual dos bioinsumos no Brasil, antes tratados de forma genérica pela Lei dos Agrotóxicos.
O mercado brasileiro projetava alcançar R$ 17 bilhões até 2030, com crescimento de 23%; os ganhos de produtividade variam conforme o produto e a cultura, segundo o artigo.
Analise o solo e identifique as necessidades da cultura antes de escolher bioinsumos. O artigo recomenda buscar auxílio técnico para obter um diagnóstico confiável.
Biofertilizantes, biopesticidas e bioestimulantes podem contribuir para a saúde do solo e das plantas, reduzir custos e impactos ambientais e apoiar uma produção mais sustentável.
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