Bem-Estar Animal
Boas práticas protegem os suínos e a qualidade da carne
O resultado da carne suína depende de cuidados anteriores ao abate. Falhas no manejo pré-abate podem causar perdas econômicas, prejudicar o bem-estar animal e afetar a imagem da propriedade.
O manejo inadequado provoca sofrimento e alterações nos suínos. O estresse pré-abate pode resultar em carnes PSE, pálidas e exsudativas, ou DFD, escuras e firmes, reduzindo seu valor comercial.
O jejum controlado ajuda a evitar contaminações e facilita o transporte. A recomendação citada é de 8 a 12 horas antes do transporte, com água limpa disponível e sem ultrapassar 16 horas.
O transporte é uma etapa crítica do manejo pré-abate. Veículos adaptados e com boa ventilação ajudam a conduzir os suínos com mais segurança e a reduzir situações que podem causar estresse.
Pesquisa da Embrapa citada no artigo aponta que frigoríficos que implementaram boas práticas tiveram redução de 12% nas condenações de carcaças, reforçando o impacto do manejo adequado.
Superlotar os veículos pode causar estresse e lesões graves. O artigo também alerta que bastões elétricos geram forte estresse e são proibidos em muitas regulamentações.
Funcionários sem treinamento podem deixar de reconhecer sinais de estresse e agravar a situação. O artigo também destaca o descanso antes do abate como uma etapa importante do manejo.
O texto cita a Instrução Normativa 03/2000 do MAPA e a Lei 11.794/2008, além de diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal e do regulamento europeu sobre abate humanitário.
O bom manejo pré-abate contribui para elevar a qualidade da carne, reduzir lesões e mortalidades, aumentar a rentabilidade e atender às normas exigidas para acessar mercados.
Do jejum ao transporte, cada cuidado influencia o resultado da produção suína. Priorizar o bem-estar e a qualidade ajuda o produtor a responder às demandas do mercado e a evitar perdas.
Continue a leitura