Segurança Alimentar
Veja o que priorizar no segundo semestre de 2026
O Brasil é livre de febre aftosa sem vacinação. No segundo semestre de 2026, a vigilância substitui essa vacina e outras proteções ganham prioridade no calendário do rebanho.
Liste bezerros, matrizes e touros, defina responsáveis e datas de reforço e organize a logística. Considere risco regional, estação reprodutiva e intervalos entre aplicações.
A vacinação contra brucelose é obrigatória para bezerras de 3 a 8 meses. O veterinário habilitado aplica B19 ou RB51 e registra data, lote e CRMV.
Bezerros recebem a primeira dose a partir de 2 meses e reforço 30 dias depois. Adultos precisam de revacinação anual; matrizes gestantes devem ser vacinadas no 3º–4º mês.
IBR e BVD podem causar abortos e perdas embrionárias. Vacine matrizes e touros 60 e 30 dias antes da monta e teste os touros para reduzir riscos de transmissão.
A leptospirose pode provocar abortos tardios e se espalha por água contaminada e urina. Vacine antes da monta e cuide dos bebedouros e do controle de roedores.
A raiva bovina varia conforme a presença de morcegos hematófagos. Consulte a defesa sanitária estadual sobre surtos e exigências locais; em áreas endêmicas, vacinar é essencial.
Mantenha as vacinas entre 2°C e 8°C do armazenamento à aplicação. Use caixas isotérmicas no transporte, monitore a temperatura e descarte lotes comprometidos.
Anote aplicações, lotes, datas e responsáveis e revise o calendário com o veterinário. Planejamento, execução técnica e documentação protegem a produção e o acesso a mercados.
A vacinação contra febre aftosa está proibida desde 2024. Aplicá-la pode ser infração e comprometer o status sanitário da propriedade; siga a vigilância e consulte a agência estadual.
Continue a leitura